| O livro que foi o primeiro 'best-seller' da literatura
Em carta datada de 1 de Junho de 1774, declarava um Goethe de 25 anos incompletos ao escritor Gottlieb Schönborn: «Criei algo de totalmente novo». Não se enganava: As paixões do jovem Werther, romance inaugural do genial intelectual alemão, é considerado o primeiro romance moderno. Mas na altura em que foi escrito, provocou um verdadeiro tumulto e um fenómeno de culto, moda e imitação só comparável ao de alguns grupos de música «pop» dos anos 60 e 70. Mais: vários casos houve de jovens que imitaram o destino do protagonista (que se suicida) como resposta a amores infelizes. Publicado em 1774, o Werther é visto como a obra emblemática do período literário conhecido como Sturm und Drang (algo como «Tempestade e Ímpeto»), que surge como reacção aos princípios da racionalidade e de moderação das paixões do Iluminismo. Goethe teve não só a coragem de tirar a consequência dramatúrgica natural da catástrofe que se abate sobre Werther (o suicídio), como se absteve ainda de a avaliar do ponto de vista moral. O efeito desta dupla inovação foi poderosíssimo. Ainda é! [cortesia da minha amiga querida :-D] |
Wonderful hand-drawn maps
Last month, I asked Slate readers to send me their hand-drawn maps . The request was part of my series on signs , the tools that professionals use to orient us and direct us from point A to point B. But official signs aren't the only things that help us get around. Since early man first drew on his cave wall—including marks that some scholars argue were maps of local rivers and settlements—we've been sketching out routes to guide one another to the market and to the mountain top. These humble maps can be beautiful. They can also be messy, indecipherable, inaccurate, and unattractive. Slate readers sent in nearly 200 maps, and they ranged from hasty scribbles on scrap paper to elaborate, multicolored renderings. No matter what it looks like, a handmade map offers several advantages over a road atlas or the directions you get from Google. Read on to see some of your most interesting hand-drawn maps—and to discover why homemade maps are often superior to the ones d...
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