O Porto, Portugal e o Mundo em Barcelona
Este início de ano tem sido de intenso intercâmbio cultural entre Portugal e Catalunha. Barcelona tem acolhido uma série muito longa de espectáculos, exposições, apresentações públicas, colóquios, etc. de e sobre artistas e criadores portugueses.
Primeiro foi o «Festival Portugal: Artes e Letras», que decorre desde Fevereiro (e até 16 de Maio) e já trouxe à capital catalã diversos espectáculos de artistas portuguesas (de Cátia Guerreiro a Maria João e Mário Laginha), incluiu a apresentação de escritores e obras nacionais, colóquios sobre arte e literatura, a exibição e cinema e ainda a apresentação da exposição «Cinco Pintores da Modernidade Portuguesa», com obras Almada Negreiros, Amadeo de Souza Cardoso, Maria Helena Vieira da Silva, Joaquim Rodrigo e Paula Rego. Depois foi a exposição «Encontro de duas Colecções» que punha em "confronto" as colecções da Fundação de Serralves e da Fundação "La Caixa", apresentada até ao passado dia 25 de Abril, no Centro Caixa Forum.
Mas as iniciativas conjuntas não se fazem apenas "ao mais alto nível". A "Alternativa Jove per a la Interculturalitat", de Barcelona, e a Associação Sentidos Grátis, do Porto, organizaram, no "Casal de Associações Juvenis de Barcelona", uma mostra fotográfica de artistas do lado de cá e de lá. «Mirades Creuades», assim se chama a iniciativa, é uma recolha fotográfica de jovens das duas cidades, chamadas Condal e Invicta pelos sucessos das suas histórias, e consiste num intercâmbio que visa "aprofundar reflexões sobre a imagem da cidade, os seus colectivos e as suas problemáticas", revelam os organizadores.
Para além disso e a propósito de interculturalidades e mestiçagens, Barcelona vai acolher, a partir do próximo dia 9 de Maio um verdadeiro mega-evento, que serve não só para reabilitar uma parte olvidada da cidade, a foz do Rio Besós, como também para dotar a cidade de um complexo de congressos que estará entre os maiores e melhores equipados do mundo: o Forum Barcelona.
Trata-se do Fórum das Culturas 2004, uma organização conjunta da UNESCO, Estado Espanhol, Generalitat de Catalunya e Ajuntament de Barcelona, que abrange temáticas panorâmicas como a diversidade cultural, a aproximação entre os povos e o desenvolvimento sustentável. Já sabemos que estas propostas ficam para a posteridade sobretudo como simbólicas e que pouco empenho repercutem da parte dos poderes políticos e económicos. Por isso, há a reter especialmente a dimensão cultural e artística do certame, que, neste aspecto sim, será, por assim dizer, "espectacular": em cinco meses, estão previstas mais de 450 actuações, entre as quais de nomes sonantes como Bob Dylan, Sting, Alejandro Sanz, Lenny Kravitz, Dido, Gilberto Gil e um festival organizado pela MTV.
Wonderful hand-drawn maps
Last month, I asked Slate readers to send me their hand-drawn maps . The request was part of my series on signs , the tools that professionals use to orient us and direct us from point A to point B. But official signs aren't the only things that help us get around. Since early man first drew on his cave wall—including marks that some scholars argue were maps of local rivers and settlements—we've been sketching out routes to guide one another to the market and to the mountain top. These humble maps can be beautiful. They can also be messy, indecipherable, inaccurate, and unattractive. Slate readers sent in nearly 200 maps, and they ranged from hasty scribbles on scrap paper to elaborate, multicolored renderings. No matter what it looks like, a handmade map offers several advantages over a road atlas or the directions you get from Google. Read on to see some of your most interesting hand-drawn maps—and to discover why homemade maps are often superior to the ones d...