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Despite rise of AI is there still hope for Europe’s translators?

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From The Guardian .   Illustration: Sean O'Brien/The Guardian   I n February 2022, while he was plugging away at rendering the US writer Dana Spiotta’s novel Wayward into French, the literary translator Yoann Gentric decided he needed a bit of light relief. He would test whether AI could put him out of work. Gentric had been grappling with a short non-verbal sentence that described the book’s protagonist’s feelings upon opening a window: “Bright, sharp night air, bracing.” He put the prompt into DeepL, a neural-network-powered machine translation engine that regularly outperforms Google Translate in accuracy assessments. The proposed translation was reassuring, with his job security in mind: L’air de la nuit, vif et vif, était vivifiant ( The night air, lively and lively, was enlivening.) AI had translated the sentence’s meaning but was seemingly unaware that the repetitions rendered the line absurd. It was far inferior to his own translation that would be publish...

Translating “The Americans” by Masha Gessen

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For The New Yorker This piece contains spoilers for the series finale of “The Americans.” My life prepared me to do one job, and this job was translating for “The Americans,” the FX show that wrapped up on Wednesday after six seasons. Most of the episodes contained at least a few scenes in Russian, and “The Americans” was the first show I’d encountered whose creators cared to insure that the dialogue was scripted and spoken in actual, idiomatic, living Russian. For the last three seasons, it was my job to translate these scenes, scripted in English, into Russian. It wasn’t just any Russian, either. The show begins in 1981 and ends in 1987, just before the language began to follow, and to facilitate, the country’s transformation by absorbing hundreds of words from foreign languages— office , bucks , management , and so many others that capitalism brought with it, but also electoral’niy , exit poll , and more to describe the mechanics of democracy—and by creating brand-new ...

Marilyn Monroe, 100 anos

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Podcast do Público      A vida post-mortem de Marilyn vai de vento em popa. Retrospectivas, livros... Em No Escuro perguntamos: o que continuamos a procurar nela que não procuramos noutras estrelas da Hollywood clássica? Quando morreu, na madrugada de 4 para 5 de Agosto de 1962, na sua vivenda de estilo mexicano na 5th Helena Drive, em Brentwood , Los Angeles, dificilmente se apostaria que a vida de Marilyn Monroe (nascida a 1 de Junho de 1926 faria cem anos daqui a dois meses) estava para durar. Reparem: o MoMA de Nova Iorque realizou uma retrospectiva em Março, abrindo o programa Marilyn Monroe: Celluloid Dreams com O Pecado Mora ao Lado , de Billy Wilder, realizado em 1955, ano que foi, entre todos, o mais decisivo para a imposição de Marilyn como estrela planetária. O programa contemplava na placidez do seu roteiro comemorativo de centenário, um ciclone: Mulholland Drive , de David Lynch , ou o diálogo de Marilyn com um dos grandes títulos do século XXI. É isso: el...

A Trilogia Shakespeariana de Gianni De Luca e Raoul Traverso / Sigma

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Quando procurei informações, a única imprensa online onde mencionam o nome do tradutor é a Central Comics , o qual é o Professor João Miguel Lameiras . Felizmente, o Público encomendou um artigo de apresentação ao tradutor e professor. Shakespeare reinventado por Gianni De Luca. Tal como as peças de Shakespeare que a inspiraram, a Trilogia de Gianni De Luca é uma obra intemporal e inovadora.  Depois de terem publicado pela primeira vez em livro em Portugal, Sergio Toppi e Guido Crepax, o PÚBLICO e a Levoir (desta vez em parceria com a editora A Seita) fecham a “santíssima trindade” dos mais inovadores desenhadores italianos de fumetti do século XX, com a publicação da Trilogia Shakespeariana , de Gianni De Luca, lançada, não por acaso, no Dia Mundial do Livro, 23 de Abril, que coincide com o dia da morte de Shakespeare. Nascido em 1927, em Gagliato, na Calábria, De Luca, que se definia como “alguém que conhece os seus limites, mas que sobretudo não tem medo de reconhecer as...

Dia Mundial da Língua Portuguesa, sem esquecer a nossa Lhéngua Mirandesa

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O Lobo em cuecas – Na floresta das palavras

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W ilfrid Lupano (Autor) Mayana Itoïz (Ilustração), tradução de euzinha vaidosa! Mais um encanto de livrinho da ZERO A OITO . Tenho esperança de que os leitores gostem e aprendam a gostar das idiossincrasias, perdão, das esquisitices, da nossa bela língua portuguesa! «Na floresta do lobo em cuecas, há um chapim descontente com as regras (ou falta delas) da língua portuguesa! Nesta aventura, todos vão descobrir que a ortografia é muito parecida com a floresta: uma confusão de coisas tortas, coisas mortas, coisas que nascem e evoluem, raízes que nos fazem tropeçar e muito duvidar! Uma palavrice pegada sobre a dança das letras e das palavras!»

Vigilantes / Brigade Anonyme

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Tradução e legendagem minhas, orientada pela Wordzilla . Série francesa de 4 episódios – Sexta (1), às 22h, em estreia na RTP2 e na RTP Play – baseada na história verídica de Béor, um pai que procurou a filha desaparecida com a ajuda de pessoas anónimas e das redes sociais.      

ABRIL! Liberdade de Expressão

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  Não havendo, também não haveria contrapontos destes, nem cravos de cor nenhuma. Não sei quem foi, e acrescento: Que deixe de haver isenção nos hospitais públicos. Que passemos a pagar propinas nas escolas públicas. Que passemos a pagar taxa moderadora nos centros de saúde. Que os nossos filhos passem a pagar livros. Que os passes sociais acabem. Etm., etm., etm.

Día del Idioma Español / Dia da Língua Espanhola

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